Fantasporto 2017 – Os Vencedores.

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Termina este domingo mais uma edição do Fantasporto, a 37ª, com a exibição de alguns filmes premiados. A entrega de prémios decorreu este. [...]

“The Escape” volta a juntar a BMW a Clive Owen.

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Sugestões para o Halloween 2016.

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“Os Vampiros”, de Filipe Melo e Juan Cavia – Crítica.

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Antes de mais, quem conhece este cantinho sabe que eu sou um fã do Filipe Melo e do Juan Cavia. Já antes escrevi com entusiasmo sobre alguns . [...]

“Nada Tenho De Meu” – A Utopia da Liberdade.

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Blind Zero: Antecipando “Luna Park”.

em: 2009/09/13 | por: | em: Música | Sem comentários em Blind Zero: Antecipando “Luna Park”. | lido: 2.333 vezes

Confesso que sempre tive algumas reservas em relação a bandas Portuguesas que cantam em Inglês, provavelmente por gostar da nossa língua, achá-la extremamente rica e poética, mas também e principalmente porque acho que as bandas não ganham nada em preterir a língua de Camões em relação à de Shakespeare. No entanto, respeito essa opção, principalmente se for por uma questão de gosto ou facilidade na escrita (a língua Inglesa é menos complexa) e não uma tentativa ilusória de internacionalização. No caso dos Blind Zero (uma das duas bandas Portuguesas, a outra são os The Gift, que optaram por cantar em Inglês com assinalável longevidade, sucesso e qualidade), é notória a primeira razão, o que resulta numa música sólida, despretensiosa e com honesta motivação. 15 anos de vida, com uma frescura e constante inovação assinaláveis, são prova disso.

Banda do Porto formada em 1994, edita no próximo mês o seu sétimo disco intitulado “Luna Park“, do qual faz parte o já bem conhecido tema “Slow Time Love“. E, pela amostra, é mais um excelente trabalho. Nos Blind Zero, e de disco para disco,  é notória uma consciente e propositada evolução na forma e conteúdo, não se desviando contudo da sua marcada identidade e motivações artísticas e culturais. “A Night Before And A New Day“, o disco anterior, era mais uma prova disso mesmo. “Luna Park” dificilmente será diferente. O primeiro single é forte, vibrante, progressivo (como o era “Shine On“) e muito bem escrito e interpretado. Nos concertos ao vivo (como pude constatar no festival Noites Ritual) a banda tem uma força e honestidade que desarmam o mais relutante dos espectadores, contrastando com uma sobriedade e maturidade que lhes dão uma apelativa segurança em palco. Mesmo nas músicas novas essa segurança é evidente. “Luna Park” será portanto um disco a receber com atenção e, se possível, constatar ao vivo aquilo a que a banda designa como a leveza, simplicidade e intimidade de um olhar directo.

Deixo-vos com o vídeo do novo single “Slow Time Love”, com o concerto ao vivo no Festival Sudoeste TMN (disponibilizado pela Central Musical) e com o link para o site oficial dos Blind Zero.

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