Fantasporto 2017 – Os Vencedores.

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“The Escape” volta a juntar a BMW a Clive Owen.

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Sugestões para o Halloween 2016.

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“Os Vampiros”, de Filipe Melo e Juan Cavia – Crítica.

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“Nada Tenho De Meu” – A Utopia da Liberdade.

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Fantasporto 2014 – Dia 4.

em: 2014/03/07 | por: | em: Cinema, Crítica, Fantasporto | Sem comentários em Fantasporto 2014 – Dia 4. | lido: 1.531 vezes

Dia 4

Le Dernier Homme” de Axel Courtière.

Curta-metragem num cenário apocalíptico em que as mulheres são seres exterminadores e os dois últimos homens estão fechados num bunker, onde elas querem entrar. A ideia é boa, mas o formato e duração não permitem grandes desenvolvimentos. Fica-se pelo ambiente tenso bem criado.

Classificação: 2/5

The Human Race” de Paul Hough.

80 pessoas são misteriosamente raptadas e postas numa corrida mortal, onde só o vencedor sobrevive. Um filme que até começa bem, com a caracterização de alguns personagens o o inicio da corrida, com algumas mortes a definirem bem as regras da mesma. O problema é que o filme se vai tornando cansativo e o terceiro acto, onde é revelado o que está por trás de tudo é patético, previsível e demasiado dejá vú. Acaba por se salvar a eficácia do seu humor negro.

Classificação: 2/5

Dark Side of The Earth” de Acim Vasic.

Uma curta confusa, com câmara sempre em movimento com um grande plano da cara de um cientista, com um argumento pobre e estória banal e contada às três pancadas. Só não dou um zero porque tenho vergonha.

Classificação: 0.5/5

Trailer não disponível.

Soulmate” de Axelle Carolyn.

“Soulmate” é um bom thriller sobrenatural britânico, produzido por Neil Marshall (“The Descent“, “Doomsday“). Uma mulher fica viúva e, depois de tentar o suicídio, refugia-se numa casa no País de Gales, descobrindo depois que está assombrada pelo anterior proprietário. Apesar de ter uma narrativa pouco original e até previsível lá mais para o final, Carolyn consegue criar uma boa atmosfera de suspense, apoiada em boas interpretações, excelentes fotografia e direcção artística e uma banda sonora eficaz.

Classificação: 4/5

Trailer não disponível.

Matei Child Miner” de Alexandra Gulea.

Drama romeno, sobre uma criança que, ao voltar de uma viagem, perde o avô, tendo que passar pela perde de inocência própria da idade para conseguir sobreviver. Sendo um filme romeno, tem um ritmo muito próprio que, a espaços, chega a ser um pouco maçador. No entanto, o carisma do seu protagonista, aliado a uma fotografia interessante consegue manter-nos interessados na estória simples mas eficaz.

Classificação: 3/5

What Maisie Knew” de Scott McGehee e David Siegel.

Interessante melodrama familiar em que uma criança terá de se habituar a viver entre os pais separados e respectivos novos cônjuges. A força do filme está na sua jovem protagonista e num elenco de suporte muito bom e eficaz. Julianne Moore, Steve Coogan e Alexander Skarsgård são os nomes conhecidos que conseguem dar credibilidade a uma estória que redefine o conceito de família e do poder parental, mas acima de tudo, prova que o amor incondicional pode estar onde menos se espera.

Classificação: 3.5/5

Pass” de Lampros Gergopoulos.

Mais uma curta apocalíptica, desta feita grega, que, mais do que contar uma estória, tenta impressionar através da imagem, Não é bem sucedida, apesar de ter uma boa fotografia, pois custa-me aderir a um filme em que tenho de ler a sinopse para perceber o que lá se está a passar.

Classificação: 1/5

Trailer não disponível.

Big Bad Wolves” de Aharon Keshales e Navot Papushado.

Não será certamente, como Tarantino afirmou, o melhor filme de 2013, mas este filme israelita deverá ser muito premiado nesta edição. Filme com muito humor negro, com um tema de fundo que costuma ser sensível (a pedofilia), mas cuja forma e desenvoltura narrativa o tornam simultaneamente tenso e bem humorado, apesar de ser muito violento. Este filme merecerá uma crítica mais completa daqui a uns dias.

Classificação: 4.5/5

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