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Fantasporto 2017 – Os Vencedores.

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“The Escape” volta a juntar a BMW a Clive Owen.

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“Os Vampiros”, de Filipe Melo e Juan Cavia – Crítica.

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“Nada Tenho De Meu” – A Utopia da Liberdade.

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Fantasporto 2014 – Dia 5.

em: 2014/03/12 | por: | em: Cinema, Crítica, Fantasporto | Sem comentários em Fantasporto 2014 – Dia 5. | lido: 2.279 vezes

Apesar de já terem sido divulgados os premiados desta edição do fantasporto, e porque vocês provavelmente já conhecem bem a lista, vou continuar a publicar as críticas diárias, publicando o palmarés no final com links para os artigos que contenham as respectivas críticas aos vencedores.

Dia 5.

Viral” de Lucas Figueroa.

Um jovem ganha um concurso para fazer parte de uma campanha promocional de uma loja Fnac, que implica que ele passe uma semana dentro da loja, transmitindo o dia-a-dia nas redes sociais, com o intuito de angariar 10.000 fãs. A partir da primeira noite começam a acontecer coisas estranhas na loja, e o mistério aumenta a fasquia para 100.000. Este projecto espanhol tenta aproveitar o fenómeno das redes sociais associado ao marketing, para tentar desenvolver um thriller sobrenatural, que apesar de se manter interessante durante algum tempo, cedo cai na banalidade, desfilando clichés e esticando a narrativa para conseguir sacar alguns sustos que se vão tornando progressivamente mais previsíveis. Uma boa fotografia (principalmente no inicio) é pouco, para um projecto cuja criatividade se esgota na premissa, e cujo confinamento da acção acentua a monotonia.

Classificação: 2.5/5

5 Ways 2 Die” de Daina Papadaki.

Curta-metragem cipriota que segue as tentativas de suicídio de Markis, um desgostoso homem, sem que a esposa o perceba. O facto de ser uma curta, ajuda a que a acção se desenvolva num ritmo acelerado e o seu humor seja mais eficiente. Para o formato, “5 Ways 2 Die” é um filme competente, que cumpre os seus propósitos de divertir e entreter, sem no entanto deslumbrar.Boas interpretações, uma realização competente e um argumento divertido.

Classificação: 4/5

Stalled” de Christian James.

Um zelador de um edifício de escritórios encontra-se numa das cabines de um W.C. feminino, quando se dá uma epidemia de zombies e uma horda deles se instala naqueles sanitários. Filme muito pouco (ou nada) interessante, pois a premissa não é original e não consegue ser engraçado nem imaginativo nas soluções. Um desperdício de meios e tempo do espectador.

Classificação: 1/5

The Red Robin” de Michael Z. Wechsler.

Esta sessão foi cancelada devido a problemas técnicos.

Love me” de Maryna Gorbach e Mehmet Bahadir.

Camal, um Georgiano, está de passagem por Kiev e conhece Sasha numa discoteca. Apesar de não dominar a língua acaba por ir a casa dela, onde o que seria suposto ser uma noite de sexo, acaba por ser uma viagem pela cidade e um confronto de culturas (que para nós parecem semelhantes), que leva a uma paixão, castrada por compromissos anteriores. Um filme muito interessante com um ritmo pausado e absorvente, suportado por uma realização segura, boa fotografia e interpretações muito competentes. Consegue ser enternecedor, comovente, arisco e inteligente, com um guião sóbrio e muito imaginativo nas soluções, com grande atenção e realce aos pormenores. Uma das grandes surpresas do festival.

Classificação: 4.5/5

Protocolo” de Rodrigo Hernandez Cruz.

Provavelmente a curta com melhor direcção artística, caracterização e efeitos especiais. No futuro, quando as máquinas de clonagens são proibidas, um clone encontra-se prisioneiro na máquina multiplicadora e tenta sobreviver, evitando o protocolo de segurança. Muito sucinto na narrativa, este pequeno filme vale sobretudo pelo ambiente claustrofóbico e pela imaginativa e bem elaborada proposta de futuro que apresenta.

Classificação: 4/5

Witching and Bitching” de Alex de la Iglesia.

E finalmente, ao fim da noite, um daqueles filmes que faz a delicia de qualquer fã do Fantas. Alex de la Iglesia não desilude e traz-nos um filme imaginativo, hilariante e cheio de acção que rapidamente se transforma num desfile de bruxas, monstros e outras criaturas, com muito gore à mistura. Um grupo de assaltantes em fuga faz paragem na aldeia basca de Zugarramurdi, de onde vai ser muito difícil sair. Visualmente rico e estimulante, com muitos nomes conhecidos do cinema espanhol, é uma aventura das grandes, para estômagos fortes. Este filme merecerá uma crítica mais completa daqui a uns dias.

Classificação: 4.5/5

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