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Fantasporto em velocidade de cruzeiro.

em: 2014/03/04 | por: | em: Artigo Patrocinado, Cinema, Fantasporto | Sem comentários em Fantasporto em velocidade de cruzeiro. | lido: 1.392 vezes

Depois de resolvidos alguns problemas técnicos (publicidade indesejada em alguns artigos recentes), vamos começar agora a publicar a nossa cobertura do festival. Antes, divulgamos comunicado do gabinete de imprensa do Festival…

FANTASPORTO EM VELOCIDADE DE CRUZEIRO: SEMANA DOS REALIZADORES GANHA PREPONDERÂNCIA SOBRE O FANTÁSTICO.

NA QUARTA FEIRA…

Na quarta-feira o programa apresenta diferentes géneros, desde a comédia dramática de ficção científica “LFO”, de Antonio Tublen (Suécia/Dinamarca), até ao drama vampiresco “Chimères”, do suíço Olivier Beguin, aos inquietantes mistérios que rodeiam tanto “The Eternal Return of Antonis Paraskevas” (da grega Elyna Psikou) como “The Stange Colours of Your Body’s Tears”,  de Helène Cattet e Bruno Forzani,  e à sátira social “Miss Zombie”, de Hiroyuki Tanaka, realizador japonês mais conhecido como Sabu, outra revelação feita pelo Fantasporto, curiosamente vários filmes fortíssimos candidatos aos prémios.

No Pequeno Auditório a programação da tarde de quarta-feira será dedicada às curtas apresentadas pelas diversas escolas de cinema a concurso na respectiva competição, enquanto à noite se apresenta “O Recado”, de José Fonseca e Costa (integrado na homenagem a Henrique Espírito Santo) e prosseguem, às 23:00, as Industry Screenings, com “Tender Hooks”, de Kate Shenton, uma produção da Jinga Films.

A secção Industry Screenings é uma espécie de mercado do filme aberto pelo Fantasporto para proporcionar às produtoras de cinema oportunidade de mostrar os seus filmes aos distribuidores internacionais, o que está a atrair muitos profissionais estrangeiros ao Porto.

Na quinta-feira a secção Semana dos Realizadores domina a programação do Grande Auditório do Rivoli, com o inquietante “Love Eternal”, do irlandês Conor Barry,  a truculência de “Heavenly Shift”, do húngaro Márk Bodsár,  o drama cruel “Rough Play”, do sul-coreano Yeon-Schick Shin, e o surpreendente “Houston”, do alemão Bastien Günther . O quinto filme do dia é “Why Don’t you Play in Hell?”, de Shion Sono, ambientado no meio cruel das máfias japonesas Yakusa, que está a concurso na secção Cinema Fantástico.

No Pequeno Auditório prossegue a exibição das curtas das diversas escolas de cinema presentes da respectiva competição, enquanto à noite se apresenta o clássico“Veredas”, de João César Monteiro (integrado na homenagem a Henrique Espírito Santo) e prosseguem, às 23:00, as Industry Screenings, com “Heart Land”, de Fred Holmes, uma produção da CinemaVault.

 

O PROGRAMA

 

QUARTA, 5 DE MARÇO / MARCH 5TH

 

Grande Auditório / Main Theatre

14.30 – The Eternal Return of Antonis Paraskevas de Elina Psykou (Grécia) – 88 min – SR – VO leg. ingl|port

Um jornalista televisivo muito conhecido desaparece de um momento para o outro. Polícia, amigos e a sua ex-mulher procuram-no por toda a parte, sem êxito e o caso torna-se num caso mediático gigante, com toda a espécie de teorias sobre o seu desaparecimento. Na realidade, ele alojou-se num hotel de luxo vazio, com a cumplicidade do dono do seu canal, com o objectivo de subir as audiências da estação. Mas durante o processo as coisas complicam-se. Este filme, o primeiro trabalho de Elina como  realizadora, já lhe valeu  o Prémio FIPRESCI e o Prémio da  Hellenic Association of Film Critics Award (Melhor Filme). A actuação de Christos Stergioglou foi galardoada no Festival de Cinema de Salónica de 2013 com o prémio para o Melhor Actor. A sua primeira apresentação foi no Festival de Berlim.

16.30 – LFO de Antonio Tublen (Suécia, Dinamarca) – 94 min – SR – VO leg. ingl|port

LFO é uma comédia negra dramática com contornos de ficção científica sobre um homem que descobre que pode hipnotizar através da manipulação do som. Começa a experimentar com os seus vizinhos, mas rapidamente torna-se abusivo e cruel ao ponto de as suas acções terem graves consequências para a humanidade.

18.30 – Chimères de Olivier Beguin (Suiça) – 80 min – CF – VO leg. ingl|Port

Um tema clássico do cinema de terror envolve um casal de apaixonados em que o elemento masculino é infectado por um vampiro, sofrendo toda a série de modificações físicas inerentes, enquanto, paralelamente enfrenta um processo de enlouquecimento, ao ver comprometido o seu relacionamento com a amada. Esta primeira longa metragem de Olivier Beguin esteve em 2013 na selecção dos festivais de Neuchâtel e Screamfest de Londres, onde foi premiado.

Antecedido por… Dentro del Tunel de Sergio Roman (Espanha) – 15 min – CF Curtas

Há portas que não vale a pena abrir. E há sítios onde o melhor é não entrar. Um rapazinho viaja de comboio e estranha a movimentação para a carruagem da frente.

21.15 – The Strange Colours of Your Body’s Tears de Hélène Cattet e Bruno Forzani (Belgica, França e Luxamburgo) – 102 min – SR – VO leg. ingl|port

Dan Kristensen regressa a casa um dia e descobre que a sua mulher Edwige desapareceu. Ao procurá-la, Dan dá-se conta das estranhas e misteriosas pessoas que habitam no seu prédio. Terá Edwige fugido? Estará morta? Que acontece com aquela estranha vizinhança? A Polícia não consegue ajudar Dan, desconfia dele. Rapidamente a sua procura obsessiva leva-o a um mundo confuso onde os factos e a ficção se difíceis de distinguir. Esta dupla de realizadores é já bem conhecido do Fantasporto que os premiaram pela curta “La Fin de Notre Amour” em 2004.

23.15 – Miss Zombie de Hiroyuki Tanaka (Japão) – 85 min – CF/OE – VO leg. ingl|port

Ambientado num Japão do futuro, onde os zombies são ao mesmo tempo animais de estimação e empregados domésticos que podem ser alugados ou comprados por e-mail, “Miss Zombie” é descrita pela crítica como uma hilariante sátira social repleta de humor negro. Mais um filme do realizador que é conhecido pelo nome de “Sabu” e que o  Fantasporto deu a conhecer com o seu primeiro filme “Dangan ranna” (Non-Stop) em 1999.

Antecedido por… Premier Automne de Carlos de Carvalho e Aude Danset (França) – 11 min – CF Curtas

Abel vive no inverno Apolline vive no verão. Isolados na sua região, nunca se viram. Nem é provável que alguma vez se encontrem. Por isso, quando Abel passa para o outro lado, a curiosidade é avassaladora.

On/Off de Piotr Ludwik (Polónia) – 6 min – CF Curtas

O Sr. Batata vive no típico apartamento da Avozinha, cheio de coisas, com televisões  em cada sala, e com as paredes cobertas por um papel de parede verde, horrível. Ele tem tudo preparado para dedicar-se à sua paixão de ver televisão sem nada que o preocupe, nem cozinhar, nem limpar, nem fazer a barba. Para quê perder tempo com outras coisas se o pode gastar a ver TV? Mas um dia…

Pequeno Auditório / Small Theatre

15.15 – Escolas – Soares dos Reis (Porto) – 71 min – PCP – VO port

 

Moon Kissing Mountain Tale de Bernardo Estevinho – 7 min

Saving Dafne de Catarina Silva – 4 min

Cuidado Com Aquilo Que Desejas de Tiago Manuel Braga – 8 min

Fio de Nylon de Ana Patrícia Moreira – 6 min

10/06/13 de Rita Costa Marinho – 5 min

Persephone de João Luís Ribeiro – 7 min

Revejo-me de João Pedro Costa Pinto – 6 min

Um Peixe Fora de Agua, Dentro de um Aquário de João Pinto Seabra – 5 min

 

Escolas – ESAP – Escola Superior Artística do Porto – 57 min – PCP – VO port

 

Monstro de Alex Barone – 10 min

Liberdade Condicional de Pedro Crispim – 17 min

Lázaro de Miguel Pinho – 15 min

O Filho da Mãe de Gonçalo Loureiro – 14 min

17.15 – Escolas – Escola Superior de Teatro e Cinema (Amadora) – 100 min – PCP – VO port

 

Um Conto de Inverno de Alexandra Côrte-Real de Almeida – 22 min

Um Cadáver Chamado Alfredo de João Estrada – 12 min

Tanto Para Andar até Dormir de Rui Esperança – 21 min

Fora de competição: Estranhamento de Pedro Cabeleira – 45 min – VO port

 

21.00 – O Recado de José Fonseca e Costa (Portugal) – 110 min – RET – VO port

O Recado (1971) é um filme português de José Fonseca e Costa, a sua primeira ficção. É uma das obras mais representativas do movimento do Novo Cinema português porque, implantado na tradição realista, se assume, com nova linguagem, como frontal no tema, em esmerados retratos sociais, retratando a própria polícia política do velho regime, agora vestido de marcelismo, segundo o nome do successor de Salazar. Lúcia é cortejada por António, da mesma classe social, embora guarde memória amorosa de Francisco, um marginal meio-aventureiro. Ausente há longo tempo, Francisco manda recado a Lúcia do seu regresso, por Maldevivre, um vagabundo, mas é morto por um gang, talvez em ajuste de contas. Lúcia espera-o em vão, no dia e no local marcado, numa praia deserta, até saber da sua morte por Maldevivre, o que a faz perder as possibilidades de evasão para um mundo que, não sendo o seu, a atrai. Desencantada, Lúcia curva-se perante a ordem de valores que António representa. Por seu lado, Maldevivre continua à espera que a raiva cresça e rebente.

23.00 – Industry Screenings – Jinga Films – On Tender Hooks de Kate Shenton (GB) – 70 min – VO ingl

Um documentário esclarecedor explorando o mundo das suspensões humanas e que desafia a percepção e a capacidade de resistir sem vómitos dos espectadores mais corajosos.  Este acto de modificação do corpo envolve o “piercing” de diferentes partes do corpo humano com ganchos ligados a arames, antes de o elevar, o corpo  suspenso pelos ganchos que penetram a carne.

QUINTA, 6 DE MARÇO

Grande Auditório / Main Theatre

14:30 – Love Eternal de Conor Barry (Irlanda, Luxamburgo, Holanda e Japão) – 74 min – SR/OE – VO leg. ingl|port

Baseado na novela japonesa “In Love With The Dead”, do conhecido escritor Kei Oishi (Apartamento 1303, A Última Ceia), o filme tem como protagonista um jovem obcecado pela morte que tenta encontrar um sentido para o mundo e para a sua existência. Mas a única forma como o consegue é… aproximando-se cada vez mais da morte. Com a actriz Pollyanna McIntosh, de “The Acid House”, premiado no Fantasporto 1999.

16.30 – Heavenly Shift de Márk Bodsár (Hungria) – 110 min – SR – VO leg. ingl|port

 A morte não selecciona, os homens sim. Passado em Budapeste, “Heavenly Shift” mostra uma estranha e misteriosa perspectiva sobre as vidas da tripulação de uma ambulância muito especial. O protagonista é Milan, um jovem refugiado da Guerra da ex-Jugoslávia, que se junta à equipa da ambulância mas, inadvertidamente se envolve no negócio dos funerais, única forma de conseguir financiar o resgate da sua namorada, retida na ex-Jugoslávia. Uma comédia mordaz, cheia de momentos inesperados.e bem negros

18.30 – Rough Play de Yeon-Shick Shin (Coreia do Sul) [ANTESTREIA EUROPEIA] – SR/OE – VO leg. ingl|port

O actor principiante Oh Young aspira ao estrelato e faz tudo por o conseguir. É reconhecido nos seus pequenos papéis pelo seu profissionalismo e carisma, o que faz cair sobre ele a inimizade de alguns dos actores principais, egoístas e exibicionistas. O público adora a jovem promessa, mas a popularidade não tarda subir-lhe à cabeça. Com argumento do multipremiado Kim-Ki Duk, um dos habituais do Fantasporto, onde ganhou prémios como realizador com “O Bordel do Lago” e “Pietá, e foi vencedor do Urso de Prata do Festival de Berlin com “Samaria”.

 

21.15 – Houston de Bastien Günther (Alemanha) – 107 min – SR – VO leg. ingl|port

Selecção Oficial do Festival de Sundance  de 2013. Um caçador de talentos alemão especializado na contratação de altos executivos viaja para Houston, Texas, EUA, com o objectivo de contratar um gestor de alto nível da indústria petrolífera e de um momento para o outro vê a sua vida pessoal ruir fragorosamente. Com uma fabulosa interpretação de Ulrich Tukur (de “The Black Ribbon” de Michael Haneke e “The Lives of Others”) como o homem que afinal anda à procura do seu próprio rumo.

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23.15 – Why Don’t You Play in Hell? de Shion Sono (Japão) – 126min – CF/OE – VO leg. ingl|port

Uma equipa cinematográfica pouco convencional mete-se sem querer no meio de uma guerra entre dois chefes de clãs da Yakusa, a temível máfia japonesa… Para além da tradição dos filmes de artes marciais, este  filme mistura comedia e corpos voadores, na boa tradição do  irrealismo típico deste tipo de filmes.

Pequeno Auditório / Small Theatre

15.15 – Escolas 2 – Universidade Católica do Porto – 70 min – PCP – VO port

 

José, Combustão dos Porcos de José Magro – 18 min

Manifesto dos Danados de João Niza Ribeiro – 18 min

Aquário de Paulo Próspero – 18 min

Nunca Gostei de Dizer Adeus de Alexandra de Oliveira – 16 min

 

17.15 – Escolas – RESTART- Instituto de Criatividade, Artes e Novas Tecnologias (Lisboa) – 51 min – PCP – VO port

 

Kuchukua de Francisco  Noras e João Leandro – 4 min

My Sister de Inês Guerra – 4 min

I Ride Because… de Carlota Mendes – 1 min

Rio Turvo de Tiago Brito – 17 min

Limbo de Raquel Palermo – 13 min

Fragmentos da Memória de Pedro Moleiro – 4 min

Luz de Tiago Brito – 1 min

Project Gideon de Fabricio de Carvalho – 2 min

Escolas – Universidade do Minho – 50’- PCP – VO port

 

Compadrio de Luis Lobato e Bruno Cavalcanti – 10 min

Invictus de Vasco Ferreira – 4 min

Find Me de Bruno Ferreira – 4 min

Psicose de Nuno Nascimento – 8 min

Encurralados de Joana Jorge, Raquel Miranda, Sandra Vaz e Vanesssa Bouça – 5 min

O Tempo de Bernardo Lima, Carmo Marinho, Miguel Faria, Rita Vilaça e Tiago Leite – 12 min

Never Forget de Francesca Sonsolo e Jade Verwich – 7 min

21.00 – Veredas de João César Monteiro (Portugal) – 120 min – RETROSPECTIVA HENRIQUE ESPÍRITO SANTO– VO port

Um filme com um enredo muito pouco convencional. Uma espécie de viagem poética por alguns mitos e lendas portugueses. De acordo com a crítica é “uma cartografia cinematográfica de Portugal”. Um homem e uma mulher vêm de Trás-os-Montes para o litoral e durante a viagem deparam-se com lendas e rochedos, províncias e obstáculos diferentes. “Veredas” é a primeira de duas obras de João César Monteiro baseadas em textos inspirados na tradição oral portuguesa, sendo “Silvestre” (1982) a segunda.

Adaptações livres de textos literários que exploram essa tradição, integrando neste caso elementos próprios do imaginário do autor, são expressão de uma tendência típica do cinema português dominante no documentário, a partir do início dos anos 60, tendência que se desenvolve nos anos 70 : a devoção antropológica de cineastas como Manuel Costa e SilvaAntónio Reis e Margarida CordeiroRicardo Costa ou Noémia Delgado por realidades culturais e sociais arcaicas, mal conhecidas, típicas de regiões mais isoladas e com tradições bem preservadas.  “Veredas” será também o primeiro filme em que João César Monteiro, metendo-se na pele de uma das personagens, pela primeira vez protagoniza, não sem disso tirar algum prazer, o seu alter-ego : é frade e chefe de salteadores. Caracteriza-se esse seu gosto pelo protagonismo por extrapolar três ângulos de um triângulo : no topo, um pólo mágico, histórias fantásticas da Idade Média e da tradição oral portuguesa. Noutra ponta, intencional ou não, o desalinho narrativo, em estilo de brincadeira, e, com ela na base do triângulo, frade e malfeitor, protagonizando o Bem e o Mal, o personagem representado pelo João. Apreciando os comentários, em breve reincidirá o artista, não apenas como personagem notório mas como protagonista. O João – personagem dos filmes de João César Monteiro – surgirá de novo em versões diferentes de um ego que se exibirá em contextos bem mais realistas : “Recordações da Casa Amarela” (1989), “A Comédia de Deus (1995), “Le Bassin de John Wayne” (1997), “As Bodas de Deus” (1999) e, por fim, como num sarcástico adeus, “Vai e Vem” (2003).

23.30 – Industry Screenings – Cinemavault – Heart Land de Fred Holmes (EUA) – 90 min – VO ingl

Uma  linda mulher de uma fazenda no Texas. Um bem sucedido banqueiro de Nova Iorque. O que andam a fazer na Índia? “Heartland” é um conto tocante com tom de comédia sobre dois inesperados apaixonados à procura das suas raízes e da alguma aventura no Punjab. Veja como eles são confrontados pelos habitantes zangados da terra, aprendem sobre as lutas locais e o Kabaddi, como se deixam apanhar por homens de negócios sem escrúpulos, como se tornam amigos de algumas pessoas mais generosas e como descobrem  a verdade sobre como chegaram às trapalhadas  que agora enfrentam no Punjab. Esta é uma história do “dil” (coração) e de “miti” (terra), uma história que nos  leva para longe das cidades dfa Índia e da América e para as raízes  de onde todos vimos. Descubra a Índia e a América como nunca as viu.

Pimenta de França
(Departamento de Comunicação)
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UNITED FOR FANTASPORTO

O FANTASPORTO, Festival Internacional de Cinema do Porto, vai realizar em Março de 2014, a sua 34º edição. The 34th Oporto International Film Festival will be held between Feb 28th and March 8th.

70.000 fans at https://www.facebook.com/FANTASPORTO

site: www.fantasporto.com

Produção/Production
Cinema Novo CRL
FANTASPORTO – Festival Internacional de Cinema do Porto
Rua Anibal Cunha, 84 – Sala 1.6 – 4050-048 Porto – Portugal

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