Fantasporto 2017 – Os Vencedores.

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Termina este domingo mais uma edição do Fantasporto, a 37ª, com a exibição de alguns filmes premiados. A entrega de prémios decorreu este. [...]

“The Escape” volta a juntar a BMW a Clive Owen.

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Foi em 2001 que a BMW revelou Clive Owen ao mundo, numa série de curtas-metragens onde um exímio motorista de aluguer era contratado para mis. [...]

Sugestões para o Halloween 2016.

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Mais uma vez, venho-vos sugerir alguns filmes para esta altura do ano em que procuramos emoções fortes: o Halloween. São todos filmes deste a. [...]

“Os Vampiros”, de Filipe Melo e Juan Cavia – Crítica.

“Os Vampiros”, de Filipe Melo e Juan Cavia – Crítica.

Antes de mais, quem conhece este cantinho sabe que eu sou um fã do Filipe Melo e do Juan Cavia. Já antes escrevi com entusiasmo sobre alguns . [...]

“Nada Tenho De Meu” – A Utopia da Liberdade.

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Antes de mais, devo dizer que sou fã do “José e Pilar“, do Miguel Gonçalves Mendes, e era com expectativa que aguardava o seu pr. [...]

O Poker em “Casino Royale”.

em: 2011/12/10 | por: | em: Artigo Patrocinado, Cinema | Sem comentários em O Poker em “Casino Royale”. | lido: 9.609 vezes

Um dos meus Bonds preferidos é “Casino Royale”, de 2006, e a razão é muito simples: o jogo de Poker. Claro que ajuda eu ser um aficionado do jogo em si, principalmente na sua versão Texas Holdem (a utilizada no filme). Com a crescente popularidade do jogo, um jogador de Poker é hoje quase uma estrela. Desde os canais temáticos e generalistas (os dois canais privados portugueses já têm programas em que acompanham os grandes torneios), até à Internet, onde os sites (como o PartyPoker.pt), onde qualquer um pode ser um Bond em potência, se multiplicam de dia para dia, o jogador de Poker é hoje um gajo cool, um cowboy moderno que trocou os 6 rounds pelos baralhos coloridos, em duelos de quase vida ou morte. Associamos esta imagem à do espião mais cool e famoso de todos os tempos, e temos uma receita que não pode falhar. E não falha. O triunfo de “Casino Royale” é aquele jogo de Poker ser tão ou mais emocionante que qualquer sequência de acção que habitualmente ilustra os filmes do agente secreto com ordem para matar. Eu sei que muitos não estarão de acordo comigo, talvez por não estarem familiarizados com o jogo em si, preferindo uma ruidosa explosão ao virar de um river (a última carta na sequência de 5). O segredo aqui, é a antecipação, aquilo que Hitchcock definiu como o verdadeiro suspense, a construção de um momento, em que apenas o espectador está na posse de todas as informações (ou quase, apesar de ser quase certo que é Bond que tem a melhor mão). Se é certo que aquele jogo é apenas uma etapa no filme, também é verdade que o seu desfecho vai ser decisivo no desenrolar da narrativa. E até o facto de Bond ser sabotado vai aumentar a expectativa sobre o que acontecerá se ganhar. O resto é história, e todos sabem o que acontece a seguir, que é ainda mais violento devido à intensidade com que o jogo foi jogado. “Casino Royale” é um bom filme no seu conjunto, onde todos os componentes estão ao seu melhor nível, mas se trocassem aquele jogo por outro qualquer, o filme não seria o mesmo, podendo mesmo resultar enfraquecido. Espreitem a última mão do jogo e digam lá que não tenho razão.

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