Fantasporto 2017 – Os Vencedores.

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“The Escape” volta a juntar a BMW a Clive Owen.

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Sugestões para o Halloween 2016.

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“Os Vampiros”, de Filipe Melo e Juan Cavia – Crítica.

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“Nada Tenho De Meu” – A Utopia da Liberdade.

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Oscars 2010 – Nomeado Para Curta de Animação 4/5 – “Logorama”.

em: 2010/02/16 | por: | em: Cinema, Crítica | 3 comentários em Oscars 2010 – Nomeado Para Curta de Animação 4/5 – “Logorama”. | lido: 2.022 vezes

Depois de  “French Roast“, “Granny O’Grimm’s Sleeping Beauty” e “The Lady and The Reaper“, este é o quarto dos cinco nomeados para o Óscar de Melhor Curta-Metragem de Animação. Chama-se “Logorama”, é o segundo filme Francês nomeado nesta categoria, e o mais estranho dos cinco.

“Logorama” é, na sua concepção técnica, brilhante. Tudo no filme é composto por mais de 2500 logótipos e mascotes de marcas bem conhecidas no mundo inteiro. Personagens, edifícios, veículos, fauna e flora são retirados do imaginário colectivo criando uma cidade ( e mesmo um mundo e um universo) apelativa e hipnotizante.

O problema é que, a nível de estória, vale tudo. “Logorama” não é mais do que uma sequência de acontecimentos, com um ritmo vertiginoso, mas sem um rumo definido, a não ser o caos total. A estranheza com que se fica quando se acaba de ver o filme é tal, que não consigo fazer aqui um resumo da estória. Mas, felizmente, a minha tarefa está facilitada com o Poster lá em cima. Tudo o que lá está escrito é o que acontece no filme, nem mais nem menos. Perseguições automóveis alucinantes, uma intensa crise com reféns, animais selvagens furiosos pela cidade, e muito mais que o vão colocar à beira do assento, isto é “Logorama”.

Escrito e realizado por François Alaux, Herve de Crecy, Ludovic Houplain, dos estúdios Franceses H5 é uma delirante demonstração de imaginação e técnica que, colocados ao serviço de uma melhor estória, dariam um filme do caneco. A nomeação ao Óscar foi uma surpresa mesmo para eles, e o desfecho é mesmo imprevisível. Tudo dependerá do que a Academia pretender premiar nesta categoria: Se a exemplar maneira de contar uma estória ou de, através da perícia técnica, entreter o público.

Uma última nota para as vozes que servem os dois senhores Pringles no café: Nada mais nada menos que David Fincher e Andrew Kevin Walker, realizador e argumentista de “SE7EN – Sete Pecados Mortais“). Aqui fica, para vossa consideração…

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