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“The Lovely Bones” – A Obra Esquizofrénica de Peter Jackson.

em: 2010/04/18 | por: | em: Cinema, Crítica | 16 comentários em “The Lovely Bones” – A Obra Esquizofrénica de Peter Jackson. | lido: 12.342 vezes

Começo por publicar as críticas que estão na minha gaveta mental com “Visto do Céu“, ou “The Lovely Bones“, de Peter Jackson. Após o sucesso mundial de “O Senhor Dos Anéis” e da bem sucedida recriação de “King Kong“, eram grandes as expectativas em redor desta adaptação do romance de Alice Sebold. Mas, a verdade é que Jackson tem aqui o seu filme menos conseguido. Não quer isto dizer que seja mau ou mesmo o seu pior filme, mas as pretensões de Jackson eram demasiado altas e, durante dois terços do filme, o homem falha redondamente nas opções que toma. A sensação que tive, foi que Jackson teve aqui o mesmo problema para começar e desenvolver o filme, que teve em terminar “O Regresso Do Rei“. Queria mostrar demasiado, e na hora de prescindir de imagens e economizar na narrativa, o coração falou mais alto. Isso faz com que baralhe e aborreça o espectador e enfraquece drasticamente o filme .

Mas vamos por partes. A estória do filme é conhecida: Suzie Salmon, uma adolescente de 14 anos é assassinada pelo seu vizinho. Após a sua morte, seguimos a sua família que lida com a dor, o seu assassino que tenta ocultar as provas e planear o próximo crime, a polícia que tenta sem sucesso investigar o caso e Suzie, que está algures entre a terra e o céu e tem de refrear o seu sentimento de vingança, ajudar a família a ultrapassar o luto e ajudar a apanhar o assassino.

E a coisa começa mal. Começa com a voz off de Suzie, que explica quem é e o que lhe aconteceu, antes de acontecer, ou seja, o filme começa com a sua rotina diária e vida familiar, e antes dela morrer já nos disse que está morta. Há aqui logo uma falta de coerência que não se entende. Estamos a ver um flashback ou uma estória linear em que, sem se saber bem porquê, nos é dito o que vai acontecer? Jackson baralhou-se ou baralha-nos? Seria porventura uma tentativa de jogar com o espectador, mesmo dizendo-nos o que vai acontecer, surpreender-nos, mas não é isso que acontece. Outra prova desta falta de discernimento é quando o assassino nos é mostrado pela primeira vez. Jackson opta por não nos mostrar a sua cara, não se percebendo o porquê do mistério. É que momentos antes, quando Suzie está na livraria com a avó e olha pela montra para o rapaz por quem está enamorada, o assassino passa do lado de fora olhando para os livros em exposição, enquanto a sua voz off nos diz que está a ser seguida pelo homem que a vai matar. O pudor em mostrar-nos o seu rosto uns minutos depois é prova de que Jackson não teve mão no material, e não descobriu a forma certa de nos contar esta estória.

Ou estórias. A dado momento, a sensação que tive foi que estava a ver vários filmes diferentes, sem ligação entre si. Um drama familiar, um filme policial, uma comédia adolescente e uma fantasia onírica. E o único que a mim me despertava algum interesse, o filme policial, nunca se destaca realmente do resto, e é engolido por uma estrutura fragmentada e pouco interessante e motivadora. A opção de Jackson de fornecer ao espectador dados que os personagens não têm, torna-se tremendamente chata porque não há sequer uma tentativa de nos iludir, de nos pôr em suspense, ou a temer pelas personagens. O momento do filme em que está mais perto disso, é a cena em que a irmã de Suzie se infiltra em casa do assassino, sem saber que ele está de regresso. O desenvolvimento dessa cena acaba por ser muito denunciado e inconsequente, além não se prolongar tempo suficiente para que o suspense faça mossa. Lá para o fim, as peças acabam por encaixar (algumas à marretada), unindo todas as vertentes da estória na resolução do caso e resolvendo o conflito familiar, mas a forma como resolve o destino do assassino é patética e anti-climática. No fim, fica o vazio e a sensação de que se perdeu uma excelente oportunidade de fazer um filme marcante.

A nível de interpretações, o destaque vai para as jovens Saoirse Ronan e Rose McIver (Suzie e a irmã respectivamente) e Stanley Tucci que, sem surpresa, nos dá um assassino frio e aterrador, que lhe valeu uma nomeação ao Óscar. Três excelentes actores têm personagens sem relevância e conteúdo narrativo: Susan Sarandon (a avó), Rachel Weisz (a mãe) e Michael Imperiolli (o detective). E depois há Mark Whalberg que desfez a boa imagem que tinha deixado em “The Departed“. Para o homem, tensão e angústia voltam a significar falta de ar. Num simples diálogo em que tem de acalmar o filho, Whalberg arfa como se não houvesse amanhã, apesar de não ter feito esforço físico que o justifique.  É aliás um tique que o caracteriza (mas que ele conseguiu disfarçar no filme de Scorsese), e que já tinha feito estragos em “O Planeta dos Macacos” e “O Acontecimento“, e faz lembrar Richard Gere que semicerra os olhos e faz beicinho quando tem um discurso intenso e importante. Jackson teria feito melhor, trocando as personagens de Whalberg e Imperiolli.

Tecnicamente, Jackson também falha o alvo. O uso e abuso do CGI com efeitos meramente decorativos distrai do essencial, a estória. Os efeitos especiais devem servir para contá-la, sendo parte integrante dela, e não acessórios onanistas de auto satisfação. O filme é portanto um postal ilustrado sem profundidade e sem consequência, etéreo e manipulador de emoções vazias. A fotografia e a música são excelentes, assim como a fantástica reconstituição dos anos 70, mas não chegam para tornar o filme menos maçador.

Resumindo, Jackson prova com “The Lovely Bones” que não há receita para um bom filme, e que até os mestres cometem erros. Numa obra que conta com filmes tão díspares, e de géneros tão diversos, este é o primeiro fracasso artístico do realizador de “Braindead“. Curiosamente, o seu próximo filme foi realizado a meias com Steven Spelberg, também ele vindo de um fracasso semelhante com “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal“. A ver se com “Tintin” voltam à boa forma que os caracterizou.

Classificação: 1.5/5

{ 16 Comentários… read them below or adicione um }

Claudio Abril 20, 2010 às 13:26

Eu li a critica acima e descordo, não parcialmente, mas, totalmente, visto que foi um bom filme adptado de um grande livro. O escritor afirma que susy salmon começa a narrar o filme já falando da sua rotina diaria e que morreu ele disse que há falta de coerência que não se entende, discordo, entende-se sim, que o filme gira entorno da morte de uma garotinha e isso não era segredo pois se tivesse lido a sinopse do filme veria que o diretor não hesitou em esconder isso, e é claro que o filme deveria começar assim senão como iriamos entender um pouco da historia da personagem central em.
esse é primeiro comentario, vou esperar pra ver se alguem mais comenta esse texto infeliz acima, senão, volto e falo mais,

Responder

Pedro Afonso Abril 20, 2010 às 14:03

Claudio, agradeço que entenda aquilo que eu escrevi na crítica, antes de comentar. Eu falo das opções de Jackson e das escolhas que fez ao desenvolver a estória. Ponho em causa não o facto da personagem morrer, mas a forma como isso nos é apresentado. Eu não só li a sinopse (como pode constatar pelos diversos artigos de antecipação que escrevi) como vi o filme. E acho saudável que haja trocas de opinião contrárias, desde que haja respeito pelas opiniões de cada um. Além disso, o seu comentário peca também pela escrita. Penso que aquilo que queria dizer é que Jackson não escondeu o facto do filme ser sobre uma adolescente que está morta, mas aquilo que escreveu foi o oposto. Posto isto, mais infeliz do que o meu texto foi o seu comentário.

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João Abril 21, 2010 às 20:28

Tenho de dizer, desde já, que a tua crítica tal como tantas outras negativas me afastaram durante algum tempo deste filme.

Talvez por isso, sem ter qualquer expectativa e de esperar pelo pior, tive uma bela surpresa.

Mas vamos por partes.. Tenho de concordar contigo quando anuncias o uso e abuso do CG em algumas partes do filme, principalmente nas partes do limbo em que a menina Salmão parece esquecer que têm uma família ainda a sofrer pela perda dela e entra num digno sonho de adolescente cheio de cores e confetis. Completamente desnecessário e que cortou por completo o (grande) interesse com que o filme me fazia ficar preso à cadeira.

Para além desta cena, o destino final do assassino irritou-me e sou capaz de ter pensado em 1001 maneiras diferentes de dar um final ao filme. Não me vou alongar aqui porque p’ra mim foi um daqueles momentos que se resume a uma palavra “ridículo” (falo sem saber se o mesmo acontece no livro.. mas sendo uma adaptação esta era uma daquelas cenas que mudava completamente.)

É preciso elogiar a fotografia fantástica do filme, na recriação magnifica dos anos 70, o guarda roupa , cenários (os pequenos pormenores da decoração das casas, a decoração infantil e quase digna de um filme de terror da armadilha montada à Susie).

Mas mais do que as “categorias técnicas” é de louvar a tensão e aquele sufoco que o filme me deu cada vez que o Stanley Tucci vestia a sua pele de assassino. Sentado em silêncio a olhar p’ra o cofre onde escondeu o corpo quase como troféu. A obsessão com o seu perfeccionismo, os diálogos quase despromovidos de emoção.

Sim, é verdade. sabíamos logo de inicio que seria ele a por fim à vida da Susie e que ela não era a primeira. Talvez por nos terem dado toda a informação com trailers, sinopses e tanto mais, que achámos que era óbvio.

Para além do Stanley Tucci, a pequena Susie deslumbra em quase todo o filme. Já em “City of Ember” p’ra mim roubou a maior parte dos momentos com a sua presença e neste volta a conseguir uma boa interpretação.

As personagens secundárias..bem. Posso dizer-te que do Mark Walberhg só gosto que produza o Entourage. Contudo, consegui tolera-lo o filme todo e nem achei que tivesse mal. Enquadrava-se. Tal como a Rachel Weiss. Não tanto como a Susan Sarandon, que só lá estava p’ra fazer o papel de dona de casa típica que bebe e fuma desenfreadamente, como
já nos habituaram em qualquer filme de época dos anos 70. Existe sempre uma.

Bem.. já chega. Boa critica a tua. Talvez peque por ser tão negativa. Não me leves a mal, mas parece que a certa altura deu-te mais gozo apontar cada defeito do que a apreciar o conjunto todo.

João

ps: Não consigo deixar de achar marcante aquela voz off logo no inicio. Sem papas na língua. A mim deixou-me a querer mais, a querer saber mais.

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Pedro Afonso Abril 21, 2010 às 21:32

João, antes de mais, quero agradecer-te o teu excelente comentário. É muito bom saber que há alguém desse lado que realmente lê aquilo que eu escrevo e se dá ao trabalho de escrever um texto tão longo, que, embora discordando comigo nalgumas partes, mantém sempre o respeito pela opinião contrário e discute aquilo que aqui é essencial: o filme. Fossem todos os comentários assim e eu seria um blogger mais feliz. Obrigado.
Quanto à tua análise, parece-me que estamos mais ou menos de acordo, a apreciação que fazes do filme coincide em quase tudo com a minha. E talvez tenhas razão quando dizes que me concentrei sobretudo no que o filme tem de negativo, mas talvez haja uma razão para isso: paixão. Eu gosto muito do Peter Jackson, desde os tempos do “Braindead” e vê-lo estragar um excelente policial desta forma irritou-me profundamente. Como apaixonado por cinema, chateia-me sempre que se estragam grandes filmes. Outro exemplo, que aliás dei na crítica, foi o do último Indy.
Mas, voltando a este, concordo plenamente com a parte do Stanley Tucci (um actor genial) e os momentos de sufoco que ele protagoniza. Da Saoirse Ronan, só tinha visto o que lhe deu a nomeação ao Óscar, “Atonement”, onde ela é absolutamente brilhante. Penso que não disse na crítica, mas a cena que antecede a morte da Suzy vale a pena ser vista. É o ponto alto de um filme que é fraquinho, quer se queira quer não. Com maior ou menor simpatia que possamos pôr na nossa visualização.
Ah! Eu adoro o “Entourage”.
Abraços

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leticia *-*-*-* fofuxa Junho 26, 2010 às 16:57

amei esse filme de verdade é de +++++++++
qeria conhecer a suzie salmon e todos d0 filme so nao gostei do man qe matou a suzie
mas tudo mesmo eu adoreeeiiiii

amuss todossss

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Marcella Janeiro 28, 2011 às 16:04

nossa como critiquei o outro site entao tambem criticarei esse!!!
esse filme foi muito boum !!!!! ok beijos Marcella |

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Milton Junho 10, 2011 às 01:24

è um bom filme, quem passou por traumas semelhante faz uma analise diferente, onde os que aqui ficam tem que seguir adiante, e acreditar na justiça do SENHOR! Nao nos compete ficar esperando por justiça humana(não há) ou fazer justiça com as proprias mão! A justiça divina pode tardar por algum motivo mas chega!!

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Maicon Setembro 15, 2011 às 22:24

Pedro, me chamo Maicon, tenho 27 anos e moro em Duque de Caxias – RJ, quero começar pedindo desculpas pelos erros de escrita que poderão surgir de agora em diante.
Minha ignorância é facilmente notada, e confesso que teus comentários assim como o texto redigido por ti, quase que me impediram de deixar um comentário aqui. Não sou um devorador de livros muito menos um amante do “cinema” mas confesso que gostei muito deste filme, me considero um observador de bom gosto rs* não ligando muito pros efeitos especiais ou elementos visuais que possam vir por ventura prender a nossa atenção no filme, gosto mesmo e de uma boa estória. Sobre o Filme> ” De alguma forma me identifiquei muito com a Salmon” não tenho preparo psicológico e emocional para ter esta visão fria e crítica como a sua.
Portanto se o filme me deixa com aquele nózinho na garganta, (vontadinha de chorar) rs* “”PRONTO””pode ser o pior do mundo aos olhos de pessoas entendidas como você, mas vou sempre defender com unhas e dentes o filme, é só me emocionar… lol
Nobre amigo, parabéns pelo site, parabéns pela inteligência e mais uma vez perdoe-me os erros..
O pouquinho que sei, aprendi com basicamente com a vida.. att: Maicon Neife

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Pedro Afonso Setembro 15, 2011 às 22:41

Amigo Maicon,
deixe-me começar a resposta ao seu comentário dizendo o seguinte: eu seria muito mais feliz se todas as pessoas que comentam aqui no blog o fizessem com a humildade, o respeito e a honestidade com que o fez.
E digo mais, não se considere um ignorante. Ignorância é insultar quem tem opiniões diferentes da nossa. Aceitá-las, mesmo que discordando, é sinal de grande inteligência.
Quanto ao filme, eu entendo que possa emocionar quem não tem aquilo que chama de visão fria e crítica, ossos do oficio de quem tem esta tarefa, e que muitas vezes corta a emoção que o filme possa transmitir. Foi o que aconteceu comigo, o filme tem alguns erros graves que me impediram de o desfrutar dessa forma distanciada e pura. Fico contente que tenha gostado dele e ainda mais pelo facto do meu artigo o ter motivado a escrever da forma como o fez. Continue a fazê-lo.
Bem haja…
Pedro

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Sandra Fernando Janeiro 8, 2012 às 12:13

Adorei este filme , pra mim que sou mãe e sempre digo aos meus filhos para ñ desviarem do caminho de casa foi muito proveitoso assistir este com meus filhos !! obrigada pela obra

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Triplohxis Fevereiro 21, 2012 às 22:46

O argumento neste filme que o torna irritante para parte da platéia é a sua tendência ao espiritismo, no entanto a obra não deixa de ter a sua função educativa, alertando a ingenuidade juvenil para prevenir-se em relação a peste social dos serial-killer. Interessante seria uma continuação do filme relatando, da mesma perspectiva, a vida pós-morte do maniaco assassino, só que desta vez dirigida por Rob Zombie…

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Fabyolla Dezembro 9, 2012 às 03:53

Eu adorei o filme .. Eu axei ele muito emocionante chorei diversas vezes… Eu so me intriguei de elese nao terem achado o corpo dela. A morte do assassino foi uma coisa boba eu pensei que a garota iria empurrar ele ou algo do tipo mais ai cai um pedaço de gelo..O que eu axei bom foi que do mesmo modo que ele as enterrava ele tambem iria ficar enterrado

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CILENE CRISTINA DOS REIS GONZAGA Dezembro 9, 2012 às 12:36

Chorei demais !!! Achei que precisava ter sido feita justiça à Suzi, e que o filho da puta do assassino deveria pagar por todos os seus crimes. Sequer o corpo de Suzi foi encontrado !!! O filme teve uma pegada espírita, e me emocionei demais com a última frase da garota: “Que todos tenham uma vida longa e feliz”!!!

Responder

Mariana Fevereiro 14, 2013 às 16:32

Olá Pedro, tudo bom? Bom, sobre sua crítica eu concordo com você em dois pontos: O final realmente não foi muito legal, mas como não li o livro entendo que talvez Peter Jackson (que é fã do livro) escolheu respeitar a obra, como ele já fez antes. O uso abusivo de efeitos de CG também me irritou. No recém-lançado O Hobbit ele leva este erro a niveis alarmantes. Mas em relação a escolha narrativa eu descordo. O mistério não era, de fato, o assassinato ou identidade do assassino mas sim como a família descobriria o que aconteceu e como Susie conseguiria sair do Limbo. O desenrolar da história era o foco. Fiquei tensa o tempo todo e me emocionei demais. Infelizmente, o final deixou a desejar. Sobre as atuações não tenho nada a declarar. Assisti esse filme faz um tempo, então devo admitir que não me lembro muito bem. Um abraço.

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Pedro Afonso Fevereiro 14, 2013 às 23:55

Olá Mariana, está tudo bem, e contigo? Obrigado pelo comentário e pela simpatia. Não é normal (basta ver outros comentários a esta minha crítica) discordar com tanta simpatia e respeito pelas opiniões dos outros.
Obrigado, volta sempre.
Um abraço.

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vanessa aparecida peixoto veduato Novembro 11, 2013 às 23:06

Gostei muto do filme,só achei que ele deveria mostrar a parte que o corpo,ou melhor pedaço do corpo dela é encontrado teria causado mais um impacto no telespectador.

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